Todo início de ano, empresas de diferentes setores enfrentam um movimento semelhante: o aumento significativo de solicitações relacionadas ao Imposto de Renda. No mercado imobiliário, esse cenário tende a ser ainda mais intenso. Clientes buscam informes, comprovantes de pagamento, extratos e esclarecimentos sobre valores e contratos — muitas vezes em um curto espaço de tempo. Embora seja um movimento previsível, ele ainda representa um desafio operacional para muitas empresas.
O Imposto de Renda é um tributo federal cobrado sobre rendimentos de pessoas físicas e jurídicas. Anualmente, os contribuintes precisam reunir informações financeiras para realizar a declaração, o que gera uma busca maior por documentos e esclarecimentos.
No contexto imobiliário, isso costuma envolver:
Essas solicitações chegam, em grande parte, pelos canais de atendimento, concentrando volume em um período específico do ano.
O crescimento no número de chamados não é, por si só, um problema. O desafio surge quando a operação não está preparada para absorver esse volume adicional.
Entre os efeitos mais comuns estão:
Além disso, há um custo indireto: as equipes deixam de atuar em atividades estratégicas para lidar com solicitações operacionais e recorrentes.
Apesar de acontecer todos os anos, o período do Imposto de Renda ainda é tratado, em muitos casos, como uma situação excepcional.
Esse entendimento leva a ações reativas, como reforço temporário de equipe ou priorização manual de atendimentos. No entanto, por se tratar de um evento recorrente e previsível, ele pode – e deve – ser considerado no planejamento operacional.
Estruturar o atendimento para lidar com picos sazonais tende a reduzir gargalos e tornar a operação mais estável ao longo do ano.
Nos últimos anos, soluções de automação e inteligência artificial têm sido adotadas para lidar com demandas repetitivas no atendimento, especialmente no pós-vendas.
Ferramentas como o IAGO, IA de pós-vendas da Morada, são utilizadas para:
Nesse contexto, a inteligência artificial atua como uma camada de apoio à operação, absorvendo parte do volume e permitindo que o time humano foque em casos que exigem análise ou decisão.
O aumento de solicitações no início do ano não tende a desaparecer. Pelo contrário: com clientes cada vez mais digitais e imediatistas, a expectativa por respostas rápidas só cresce.
Empresas que se antecipam a esse cenário costumam:
O uso de tecnologia, nesse caso, não substitui o time, mas ajuda a manter a operação funcional mesmo em momentos de pico.
O período de Imposto de Renda evidencia fragilidades operacionais que já existem ao longo do ano, mas ficam mais visíveis quando a demanda aumenta. Tratar esse cenário como parte do planejamento – e não como uma exceção – pode ajudar empresas a reduzir gargalos, melhorar a organização do atendimento e preservar a experiência do cliente. Mais do que responder ao volume, a questão está em como estruturar o atendimento para lidar com ele de forma sustentável.
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