Em 2026, o mercado imobiliário e financeiro brasileiro vive um momento de atenção às decisões de política monetária e ao impacto dessa dinâmica sobre crédito e investimentos. A principal notícia que movimenta o setor é a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano pelo Banco Central, em sua primeira reunião do ano, decisão que agradou parte dos investidores, mas gerou reações divergentes entre entidades do setor.
Para a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), essa taxa ainda é “excessivamente elevada” e representa um freio ao crescimento econômico, especialmente para um setor intensivo em mão de obra e altamente dependente de crédito para manter o ritmo de lançamentos e vendas.
Por outro lado, a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) mantém um tom otimista. A entidade reafirma a expectativa de que a Selic comece a cair ao longo do ano, abrindo espaço para juros menores no crédito imobiliário tradicional, especialmente nos financiamentos não subsidiados. (InfoMoney)
A Selic é a taxa básica de juros da economia e influencia diretamente o custo do crédito. Quando a Selic está alta, as instituições financeiras tendem a repassar esse custo para o tomador, com juros mais altos em empréstimos e financiamentos. Isso reduz a demanda por crédito e pode frear o mercado de imóveis.
Uma perspectiva de queda da Selic não significa que os juros do financiamento diminuirão imediatamente, mas sinaliza ao mercado que haverá espaço para taxas mais competitivas ao longo do ano. Isso pode ampliar o acesso ao crédito, principalmente para famílias e investidores que estavam esperando condições mais favoráveis para fechar negócios.
De acordo com a Abecip, com base no cenário de queda gradativa dos juros, o volume de concessões de financiamentos imobiliários pode crescer cerca de 16% em 2026. A projeção aponta que os recursos destinados a crédito imobiliário devem alcançar cerca de R$ 375 bilhões, com destaque para:
Esse otimismo se sustenta mesmo diante do atual patamar elevado da Selic, fruto de expectativas de queda gradual e de ajustes recentes nos mecanismos internos do setor financeiro (como a liberação do compulsório para crédito).
O impacto de juros mais baixos tende a ser percebido em diversos segmentos:
Em um contexto de maior acesso a crédito e expectativas de retomada de crescimento, dados e eficiência operacional são diferenciais competitivos. É aqui que soluções como as da Morada.ai ganham relevância:
Com aumento esperado da demanda, tecnologias que integrem canais de aquisição e identifiquem clientes com perfil de financiamento podem elevar as taxas de conversão.
Insights baseados em IA ajudam equipes comerciais a priorizar oportunidades com maior probabilidade de fechamento.
Centralizando dados de campanhas, jornada do cliente e performance comercial, plataformas como Morada.ai permitem escalar vendas de forma sustentável.
Com processos automatizados e inteligência aplicada, times comerciais podem atuar com menos fricção — essencial em um cenário com oferta de crédito mais ampla.
Com juros ainda elevados e expectativa de expansão do crédito imobiliário em 2026, eficiência comercial deixa de ser diferencial e passa a ser requisito. A MIA, agente de IA da Morada.ai, atua desde o primeiro contato com o lead, qualificando perfil, entendendo o momento de compra e conduzindo a conversa com inteligência.
Ela responde em tempo real, filtra oportunidades com maior potencial de financiamento e encaminha apenas leads mais preparados para o time comercial. O resultado é menos perda no funil, mais previsibilidade e maior aproveitamento do aumento nas concessões de crédito, mesmo em um cenário de juros desafiador.
Em outras palavras, quando o mercado sinaliza crescimento, como a perspectiva de aumento de 16% nas concessões de financiamento imobiliário, as empresas que combinarem tecnologia, dados e agilidade comercial estarão melhor posicionadas para capturar essa demanda crescente.
O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 em um ponto de inflexão: taxas de juros ainda altas, mas com perspectiva de queda, e um cenário de crédito que pode redinamizar o financiamento imobiliário.
Nesse contexto, soluções de gestão comercial e inteligência de dados, como as oferecidas pela Morada.ai, tornam-se ainda mais estratégicas para construtoras, incorporadoras e loteadoras que desejam aproveitar a retomada do crédito e transformar projeções em crescimento real.
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